sexta-feira, 15 de abril de 2016

QUANTO VALE A VIDA?

   Há um ditado que diz que a vida não tem preço. Ora, se esta vida temporal que dura 60, 70, 80 anos na condição de carne e osso, está acima de qualquer precificação, imaginemos a vida eterna, aquela que todos cobiçam alcançar, onde iremos com Cristo habitar!...
   Para obter essa graça do Pai Eterno, perguntemos a Cristo como fez aquele homem de boa posição social citado no evangelho:
"-- Bom Mestre, que devo fazer para herdar a vida eterna?" Lc 18-18
A resposta foi que obedecesse aos mandamentos, ao que o homem rico retrucou já estar cumprindo desde sua adolescência. Porém, Jesus lhe disse que ainda lhe faltava uma coisa:
"Vende tudo o que tens, distribui aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois vem e segue-me." Lc 18-22
Mas ao ouvir isso ele ficou muito triste porque era muito rico, possuía muitos bens!
    Esta escolha nós precisamos fazer, aqui e agora, desapegar-nos de todos os bens terrenos e apenas ajudar aos necessitados.
    Quem de fato já está pronto para tomar esta decisão?
 

sábado, 9 de abril de 2016

NOVA ENCÍCLICA DO PAPA FRANCISCO


Francisco estabelece novas orientações sobre a família e casamento, num dos pronunciamentos mais importantes de seu pontificado. "Ninguém pode ser condenado para sempre", afirma.

Em um dos pronunciamentos mais aguardados de seu pontificado, o papa Francisco pediu nesta sexta-feira (08/04) uma Igreja menos rígida e mais compassiva com os católicos "imperfeitos" - uma mensagem entendida como uma abertura para aqueles que se divorciam e voltam a se casar.

No documento de 260 páginas chamado Amoris Laetitia ("a alegria do amor"), elaborado durante dois anos de consultas com bispos de todo o mundo, Francisco estabelece novas orientações sobre a família e ao casamento.

Ao apresentá-lo, Francisco citou o pastor e ativista americano Martin Luther King, o escritor e conterrâneo argentino Jorge Luis Borges e até o filme cult dinamarquês A festa de Babette para defender seu clamor por uma Igreja mais misericordiosa e amorosa.

O papa pediu a readmissão dos divorciados nos sacramentos, através de um processo de acompanhamento. Francisco indica um "caminho do discernimento" para que os padres analisem caso a caso a situações, permitindo a readmissão dos católicos "imperfeitos".

"É importante que os divorciados que vivem uma nova união sintam que fazem parte da Igreja, que não estão excomungados, e não são tratados como tal, porque sempre integram a comunhão eclesiástica", afirma o texto.

Comunhão

O documento não menciona ao acesso dos divorciados à comunhão, uma das principais reivindicações dos que voltaram a casar através dos registros civis.

Conforme os ensinamentos atuais da Igreja, divorciados não podem receber a comunhão a menos que se abstenham de sexo com o novo cônjuge, porque seu primeiro casamento ainda é válido aos olhos da Igreja e se considera que eles vivem em adultério, portanto em estado pecaminoso.

A única maneira de tais católicos poderem se casar novamente é receberem uma anulação, um veredicto religioso segundo o qual seu primeiro casamento jamais existiu por causa da falta de certos pré-requisitos, como maturidade psicológica ou livre arbítrio.


"Ninguém pode ser condenado para sempre, porque esta não é a lógica do Evangelho! Aqui eu estou falando não só dos que se divorciaram e voltaram a se casar, mas de todos, em qualquer situação em que se encontrem", disse o papa.

Segundo o texto, as uniões livres de heterossexuais ou aqueles que casaram apenas pelo civil podem também ser "sinais de amor" quando atingem uma "estabilidade consistente através de um laço público", ou quando a união é "caracterizada por uma afeição profunda".

Homossexuais

Francisco defendeu o respeito e a não discriminação aos homossexuais, mas ressaltou que as uniões de casais do mesmo sexo não podem ser consideradas casamentos.

"Todas as pessoas, independentemente da orientação sexual, devem ser respeitadas em sua dignidade e acolhidas com respeito, procurando evitar qualquer sinal de discriminação injusta e, particularmente, qualquer forma de agressão e violência", disse o papa.

Francisco, porém, condenou as pressões por parte de entidades que defendem a legalização do casamento gay. "É inaceitável que as igrejas locais sofram pressões e que organismos internacionais condicionem a ajuda financeira aos países pobres à introdução de leis para instituir o casamento entre pessoas do mesmo sexo", disse. "Apenas a união exclusiva e indissolúvel entre um homem e uma mulher cumpre uma função social plena."

O texto diz ainda que as crianças devem ser ensinadas a dizer sempre "por favor", "obrigado" e a pedir desculpas. Elas devem ser punidas por mau comportamento e curadas do vício de "querer tudo já".

Além disso, o papa diz que os pais devem evitar que as crianças assistam programas de televisão que possam prejudicar os valores familiares.

PAPA FRANCISCO PROCURA BEM GUIAR O REBANHO DE CRISTO EM MEIO A MUITAS TRIBULAÇÕES.

sábado, 2 de abril de 2016

LEITURAS DA MISSA (02/03 ABRIL)

Oitava da Páscoa - Sábado 02/04/2016

Primeira Leitura (At 4,13-21)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.
Naqueles dias, os chefes dos sacerdotes, os anciãos e os escribas 13ficaram admirados ao ver a segurança com que Pedro e João falavam, pois eram pessoas simples e sem instrução. Reconheciam que eles tinham estado com Jesus. 14No entanto viam, de pé, junto a eles, o homem que tinha sido curado. E não podiam dizer nada em contrário.
15Mandaram que saíssem para fora do Sinédrio, e começaram a discutir entre si: 16“Que vamos fazer com esses homens? Eles realizaram um milagre claríssimo, e o fato tornou-se de tal modo conhecido por todos os habitantes de Jerusalém, que não podemos negá-lo. 17Contudo, a fim de que a coisa não se espalhe ainda mais entre o povo, vamos ameaçá-los, para que não falem mais a ninguém a respeito do nome de Jesus”. 18Chamaram de novo Pedro e João e ordenaram-lhes que, de modo algum, falassem ou ensinassem em nome de Jesus. 19Pedro e João responderam: “Julgai vós mesmos, se é justo diante de Deus que obedeçamos a vós e não a Deus! 20Quanto a nós, não nos podemos calar sobre o que vimos e ouvimos”.
21Então, insistindo em suas ameaças, deixaram Pedro e João em liberdade, já que não tinham meio de castigá-los, por causa do povo. Pois todos glorificavam a Deus pelo que havia acontecido. 


Responsório (Sl 117,1-21)

Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes.
Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes.
Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!” O Senhor é minha força e o meu canto, e tornou-se para mim o Salvador. “Clamores de alegria e de vitória ressoem pelas tendas dos fiéis.
A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou, a mão direita do Senhor fez maravilhas! O Senhor severamente me provou, mas não me abandonou às mãos da morte.
Abri-me vós, abri-me as portas da justiça: quero entrar para dar graças ao Senhor! “Sim, esta é a porta do Senhor, por ela só os justos entrarão!” Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes e vos tornastes para mim o Salvador!


Evangelho (Mc 16,9-15)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.

9Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios. 10Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e chorando. 11Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não quiseram acreditar.
12Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam indo para o campo. 13Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito. 14Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo, repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado.
15E disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 30 de março de 2016

"EU SOU O PÃO DA VIDA"

   A páscoa não passou, ela continua em nosso dia a dia. Somos sempre convidados pelos evangelhos a sempre nos nutrir com o pão da vida e viver para os irmãos, sem esperar recompensa terrena. A epístola aos Gálatas é a melhor para nos exortar a viver no amor.

"Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra essas coisas não existe lei." Gal. 5:22

 

quinta-feira, 24 de março de 2016

PESSACH, A PÁSCOA JUDAICA

O que é Pessach?

Pessach é uma festa da tradição judaica, conhecida também como "Festa da Libertação". É a Páscoa dos judeus, onde é celebrada a fuga do povo judeu, que vivia como escravo no Egito. Pessach é uma palavra hebraica que significa passar além. Passar além geograficamente e passar além simbolicamente, da escravidão à liberdade.
Pessach é uma festividade que tem início no 15º dia do mês hebraico de "Nisan" (abril). É o feriado mais longo de Israel, onde os restaurantes fecham suas portas, as escolas param e a maior parte da população tira férias. Durante as comemorações um dos preceitos é não consumir alimentos que contenham fermento em seu preparo, onde o "pão ázimo" ou "Matsá", faz parte dos rituais.
A  história do "êxodo do Egito" relata que os israelitas, durante a fuga apressada do cativeiro, assaram o pão que haviam preparado, sem esperar a massa crescer. Essa abstinência ao fermento virou então um ritual durante a festa do Pessach, onde nenhum alimento pode ser fermentado.
Durante as festividades  do Pessach, um jantar especial de comemoração chamado "Sêder de Pessach", reúne toda a família ao redor da mesa, onde o pão ázimo, vinhos e ervas amargas completam a refeição. Salmos e canções populares dão o toque festivo da cerimônia. É a Páscoa que se inicia e será comemorada durante sete dias pelo povo judeu. O primeiro e o últmo dia da festa são dias sagrados de descanso, onde nenhum trabalho produtivo é permitido.

Origem do Pessach

De acordo com o Torá, os cinco primeiros livros do Velho Testamento - Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio - atribuído a Moisés, algumas tribos nômades de israelitas viviam escravizadas no Egito pelo faraó Ramsés II, no século XIII a.C., onde eram submetidos a trabalho forçado. Moisés, israelita que cresceu no Egito, salvo das águas do Nilo e criado como nobre, pela filha do faraó, tornou-se líder dos escravos e liderou uma fuga em direção ao deserto do Sinai, onde viveram 40 anos, se preparando para a grande caminhada em direção a Canaã, a terra prometida. O êxodo do Egito é considerado o evento central da história dos judeus e comemorado todos os anos na festa do Pessach.

terça-feira, 22 de março de 2016

PÁSCOA PASSAGEM DA MORTE PARA A VIDA

   Ando meio desleixado em fazer as obras de Deus, em viver o meu santo batismo, mergulho nas águas vivas do Espírito Santo de Deus. Jesus de Nazaré, filho do carpinteiro José e da Virgem Maria, vindo a esse mundo para selar a Nova e Eterna Aliança de Deus com os homens, prometido desde o pecado de Eva e Adão no jardim do Éden quando o Senhor disse referindo-se à serpente(demônio) que havia tentado e seduzido a primeira mulher: "Porei hostilidade entre ti e a mulher, entre tua linhagem e a linhagem dela. Ela te esmagará a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar." Gn 3-15
    Está bem claro por estas palavras do Senhor que quem vai esmagar a cabeça da serpente, a qual continua hoje a seduzir almas que poderiam ser salvas, é Jesus Cristo, nascido da Virgem Maria. (Deus se utilizou de uma outra mulher, Maria, para habitar entre nós, Ele próprio, o Filho Redentor. Portanto, se por uma mulher (Eva) entrou a desgraça no mundo, por outra mulher (Maria) entrou a graça. Aleluia!
    E Maria representa a Igreja, sempre atacada por Satanás. Leia o capítulo 12 do livro do Apocalipse. Muitos não compreendem essa aliança eterna que Deus fez com a humanidade e costumam relacionar Maria com idolatria. Assim como Jesus veio para esmagar a cabeça da serpente (o pecado) que fora introduzido no mundo por Adão; assim também Maria foi usada por Deus para nos da a salvação (Jesus Cristo).
    E nesta sexta-feira santa, lembramo-nos da derradeira passagem de Jesus em carne e osso pelo nosso planeta terra. "Como desejei comer ardentemente esta Páscoa convosco!", disse Jesus na última ceia.
POIS A MINHA CARNE É VERDADEIRA COMIDA E MEU SANGUE VERDADEIRA BEBIDA. Jo 6:55                                                                     

quinta-feira, 3 de março de 2016

O QUE REPRESENTA O ARCO-ÍRIS?

    No Livro do Gênesis, no capítulo 9, logo após baixarem as águas do dilúvio, Deus falou a Noé e seus filhos:
"9Eis que estabeleço minha aliança convosco e com os vossos descendentes depois de vós 10e com todos os seres animados que estão convosco: aves, animais, todas as feras, tudo o que saiu da arca convosco, todos os animais da terra.11Estabeleço minha aliança convosco: tudo o que existe não será mais destruído pelas águas do dilúvio; não haverá mais dilúvio para devastar a terra.
     12Disse Deus: "Eis o sinal da aliança que instituo entre Mim e vós e todos os seres vivos que estão convosco, para todas as gerações futuras: 13porei meu arco na nuvem e ele se tornará um sinal da aliança entre Mim e a terra.14Quando  eu reunir as nuvens sobre a terra e o arco aparecer na nuvem, 15eu me lembrarei da aliança que há entre Mim e vós e todos os seres vivos: toda carne e as águas não mais se tornarão um dilúvio para destruir toda a carne. 16Quando o arco estiver na nuvem, eu o verei e me lembrarei da aliança eterna que há entre Deus e os seres vivos com toda carne que existe sobre a terra."
        17Deus disse a Noé: "Este é o sinal da aliança que estabeleço entre Mim e toda a carne que existe sobre a terra."

     Está tudo muito claro na aliança divina. O sinal do arco-íris é a aliança de Deus conosco. Totalmente oposto ao que certos grupos depravados querem fazer de suas cores. Como fazem aquilo que desagrada a Deus, pretendem alinhar suas práticas abomináveis às belas cores criadas pelo Senhor.
      Portanto, nada a ver com a tal diversidade que se "apoderou" das características do sinal divino, sem dúvida uma apropriação indébita da qual prestarão contas a Deus.