29No dia seguinte, João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30Dele é que eu disse: Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim. 31Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel”. 32E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. 33Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo’. 34Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!”
COMENTÁRIO
«Brotará uma vara do tronco de Jessé [pai de David] e um rebento brotará das suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor» (Is 11,1-2). Esta profecia diz respeito a Cristo. [...] Os judeus interpretam a vara e a flor que brotam do tronco de Jessé como sendo o próprio Senhor: para eles, a vara é o símbolo do cetro real e a flor o símbolo da sua beleza. Nós, os cristãos, vemos na vara que brota do tronco de Jessé a santa Virgem Maria, a quem ninguém se uniu para a fecundar. Era a Ela que se referia anteriormente o mesmo profeta: «Olhai: a jovem está grávida e dará um filho» (7,14). E na flor reconhecemos o Senhor nosso Salvador, que diz no Cântico dos Cânticos: «Eu sou o narciso de Saron, o lírio dos vales» (Cant 2,1). [...] Sobre esta flor que brota subitamente do tronco e da raiz de Jessé através da Virgem Maria, vai repousar o Espírito do Senhor, pois «n'Ele habita corporalmente toda a plenitude da divindade» (Col 2,9). Não de um modo fragmentado como nos outros santos, mas [...] segundo o que se lê no evangelho de Mateus: «Aqui está o meu servo, que escolhi, o meu amado em quem pus todo o meu enlevo. Derramarei sobre Ele o meu Espírito e Ele anunciará a verdadeira fé às nações» (Mt 12,18; Is 42,1). Aplicamos esta profecia ao Salvador, sobre quem o Espírito do Senhor foi repousar, o que significa que estabeleceu n'Ele a sua morada eterna. [...] Como testemunha João Batista, desce para ficar sobre Ele sem cessar: «Eu vi o Espírito Santo descer do Céu como uma pomba e permanecer sobre Ele. Eu não O conhecia, mas quem me enviou a batizar na água é que me disse: "Aquele sobre quem vires o Espírito Santo descer e permanecer é que batiza no Espírito Santo"». [...] Este Espírito chama-se «Espírito de sabedoria e entendimento, Espírito de conselho e de fortaleza, Espírito de ciência e de temor do Senhor» (Is 11,2). [...] Ele é a única e mesma fonte de todos os dons.
Passados 35 anos da Declaração sobre as associações maçônicas,
da Congregação para a Doutrina da Fé, que com muita clareza reafirmou a
condenação da Igreja Católica à maçonaria, é chegada a hora de
investigar o porquê de essa orientação ter sido (e ainda ser) tão amplamente ignorada
e negligenciada pelos tantos católicos… Por que todos parecem dar de
ombros a esta manifestação do Magistério da Igreja, não obstante seu
peso e seriedade?
Para entender o que está acontecendo, seria necessário explicitar, antes de tudo, a razão fundamental
da incompatibilidade entre essas duas sociedades. É muito comum ouvir
hoje em dia que não há mais ânimos acirrados entre Igreja e maçonaria;
que as razões meramente políticas do conflito entre as duas já cessaram; e que, portanto, o melhor a fazer seria todos esquecerem o passado e darem as mãos em um grande gesto de fraternidade.
Acontece que a oposição católica às associações maçônicas situa-se em um nível mais profundo do que normalmente se pensa.
O Papa Leão XIII deixou isso claro em sua encíclica Humanum Genus(de longe, o melhor e mais completo documento magisterial já escrito a respeito), quando escreveu o seguinte:
A doutrina fundamental dos naturalistas, que eles [os
maçons] tornam suficientemente conhecida em seu próprio nome, é que a
natureza humana e a razão humana deveriam em todas as coisas ser senhora
e guia. Eles ligam muito pouco para os deveres para com Deus, ou os
pervertem por opiniões errôneas e vagas. Pois eles negam que qualquer
coisa tenha sido ensinada por Deus; eles não permitem qualquer dogma de
religião ou verdade que não possa ser entendida pela inteligência
humana, nem qualquer mestre que deva ser acreditado por causa de sua
autoridade. E desde que é o dever especial e exclusivo da
Igreja Católica estabelecer completamente em palavras as verdades
divinamente recebidas, ensinar, além de outros auxílios divinos à
salvação, a autoridade de seu ofício, e defender a mesma com perfeita
pureza, é contra a Igreja que o ódio e o ataque dos inimigos é principalmente dirigido (n. 12).
Notem que Leão XIII não diz neste trecho que os maçons maquinam diretamente contra a Igreja. Para ser mais exato, é contra o que a Igreja é e ensina
que se concentram os seus esforços. Noutras palavras, os maçons possuem
uma “doutrina” com princípios muito bem estabelecidos e, dado que a Igreja é e faz justamente o contrário do que eles ensinam e postulam, os católicos acabamos entrando no rol de seus inimigos e opositores.
Por isso, qualquer tentativa de diálogo e reconciliação entre as duas
instituições que despreze essa oposição fundamental está fadada ao
fracasso. A maçonaria não é anticatólica por “gosto” ou “capricho”: são
seus princípios que, na verdade, contrariam frontalmente a doutrina
católica.
Para dar um exemplo desta incompatibilidade — e responder também à
pergunta inicial deste artigo —, veja-se o que diz o Papa Leão XIII,
ainda na encíclica acima referida, sobre a “amizade” maçônica com todas
as religiões:
Se aqueles que são admitidos como membros não são ordenados a
abjurar por quaisquer palavras as doutrinas católicas, esta omissão,
muito longe de ser adversa aos desígnios dos maçons, é mais útil para os
seus propósitos. Primeiro, deste modo eles facilmente enganam os
ingênuos e os incautos, e podem induzir um número muito maior a se
tornarem membros. Novamente, como todos que se oferecem são recebidos
qualquer que possa ser sua forma de religião, eles deste modo ensinam o grande erro desta época ― que uma consideração por religião deveria ser tida como assunto indiferente, e que todas as religiões são semelhantes. Este modo de raciocinar é calculado para trazer a ruína de todas as formas de religião, e especialmente da religião católica,
que, como é a única que é verdadeira, não pode, sem grande injustiça,
ser considerada como meramente igual às outras religiões (n. 16).
Ninguém negará a orientação da maçonaria rumo ao indiferentismo religioso:
ela impõe a seus adeptos tão-somente a crença num vago e abstrato
Grande Arquiteto do Universo, que teoricamente poderia ser, ao mesmo
tempo, o Alá de um muçulmano, a Trindade de um católico… e até o Lúcifer
de um satanista.
Acontece que essa visão — a de que tanto faz ser deste ou daquele
“deus”, pertencer a esta ou àquela religião — não é hoje a crença só da maçonaria. Não. Este é o ar que respiramos, é a mentalidade predominante, hegemônica e (por que não dizer?) vitoriosa sobre a doutrina católica de sempre.
Exatamente por isso os próprios católicos não se incomodam com este que
é, nas palavras de Leão XIII, “o grande erro desta época”:
infelizmente, já nos rendemos a essa ideia nem a consideramos mais como
um erro. Mutatis mutandis, é como se tivéssemos dormido católicos e acordado maçons (parafraseando uma expressão já consagrada de São Jerônimo sobre o arianismo).
Basta observar a reação de muitas pessoas — na internet e fora dela —
a uma matéria ou pregação um pouco mais inflamada do nosso site expondo
a fé da Igreja e combatendo um ou outro erro do protestantismo, do
espiritismo (que, a propósito, é tão relativista quanto a maçonaria) ou
de qualquer outra religião. As pessoas de modo geral estão convencidas de que, não importa o credo que você professe,
não importa se você tem fé católica ou não, contanto que você seja uma
pessoa “boa”, creia em alguma coisa e tenha um padrão razoável de
decência e honestidade, a ponto de não matar e não roubar, sua salvação e seu “pedacinho no Céu” já estão garantidos.
O curioso é que Nosso Senhor Jesus Cristo e a Igreja que Ele fundou
não só nunca ensinaram uma coisa dessas, como sempre disseram e se
comportaram no sentido exatamente oposto a tudo isso. Não seria
necessário muito tempo para percebê-lo. Basta uma leitura rápida, por
exemplo, do documento Dominus Iesuspara entrar em contato com este dado da Revelação. Basta ler a vida de um único santo missionário ou mártir para entender que a religião só é assunto banal para a nossa época, “maçônica”, relativista e cheia de respeitos humanos; para um cristão de fato, a fé é uma questão de vida ou morte.
Se há algum tempo, portanto, a Igreja foi tão insistente em suas
condenações à maçonaria, hoje seria necessário um esforço mais
“contracultural” do que dirigido especificamente a esta instituição.
Dentro ou fora da maçonaria, é forçoso reconhecê-lo, ninguém mais
acredita que para salvar-se é necessário crer em Cristo e entrar e
perseverar na Igreja que Ele fundou (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 846). Talvez haja até quem ria do documento que no próximo dia 26 de novembro completa mais um aniversário, e segundo o qual “estão em estado de pecado grave” os fiéis católicos que se inscrevem na maçonaria. “Afinal”, alguém poderia perguntar, “quem ainda acredita nesse negócio de pecado?”
Nós sabemos, pela fé, que “as portas do inferno não prevalecerão”
jamais contra a Igreja: ainda que sejamos atacados de todos os lados,
ainda que estejamos reduzidos a um verdadeiro “grão de mostarda”… non praevalebunt!
É essa esperança que nos anima a seguir em frente e a “arregaçar as
mangas”, pois só um trabalho de verdadeira e profunda “reevangelização”
(a começar pelos católicos!) poderá reverter o triste e lamentável
quadro em que nos encontramos.
(Escrito por Padre Paulo Ricardo)
"Mais importa obedecer a Deus do que aos homens" Atos 5:29
Um dos pastores mais vibrantes e atuantes de nosso tempo, Paulo Júnior é diferente dos demais. Ele não prega a prosperidade. Prega o sacrifício e o viver em Cristo! Não conheço, em nenhuma igreja dos dias atuais, alguém mais "cristão" do que ele. Deus seja louvado por essa dádiva. Empenhemo-nos todos em seguir o Evangelho, a Boa Nova: Temos 04 (quatro) evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e João.
Vamos seguir com FÉ e nos CONVERTER de verdade! Dai-nos almas, Senhor!!!
Nada, nada, nada é mais essencial do que lutar contra a carne e entregar-se de todo ao ESPÍRITO! O Espírito de Deus HABITA em NÓS; faz morada conosco! Acordem todos os homens de boa vontade. Só há um caminho: Jesus Cristo!
A Santa Igreja Católica Apostólica Romana tem prelados que apoiam o aborto, contrariando a doutrina da própria igreja.
O caro leitor pode inquirir quem seria esse prelado ao lado do Lula, ostentando um microfone e uma cruz no ventre. Trata-se do bispo emérito (comunista) Angélico Sandalo Bernardino. O dito cujo carcará, sanguinolento, posto que apoia matar crianças indefesas no ventre materno, presente na "Marcha Mundial da Mulheres" (avançadinhas).
Que o Senhor Todo Poderoso não lhe impute mais este pecado!
há uma pequena demonstração deste monstro pouco perceptível chama comunismo. Ele é ditatorial, truculento, mata e rouba, age nas sombras porque as obras desses regimes autoritários são falsas e enganadoras assim como é o espírito do Maligno.
O cristão verdadeiro precisa estar vigilante e repelir esta doutrina espúria. Nossa Senhora em suas diversas aparições nos alerta sobre o perigo desse flagelo que mais parece um castigo do alto sobre a humanidade impenitente.
O Brasil está seriamente ameaçado dessa ditadura de dominação do Estado sobre as pessoas. Meçam o grau de liberdade das pessoas em países como Rússia, China, Coreia do Norte, Cuba e Venezuela. O Brasil está correndo sério risco.
Sempre fui e sou católico apostólico romano. Tenho, assim como Paulo de Tarso, tenho dupla cidadania, brasileira e italiana. Também sou um cidadão romano.
Apesar disso, não sou cego nem fanático. Preciso dar valor a quem tem valor. O Pastor Paulo Júnior é reconhecidamente um pregador aprovado por Jesus Cristo. A sua conduta e pregação assim o comprovam. Assistam ao vídeo abaixo sobre os últimos e tirem suas próprias conclusões.
Está sendo preparado pela infalível justiça divina um plano para recolocar novamente o Brasil de Lula no poder. Basta olhar a recente pesquisa em que o candidato Haddad subiu mais de 10 pontos percentuais em uma semana. Haddad e Gleisi, como advogados, visitam o presidiário Lula semanalmente na cela da Polícia Federal em Curitiba e de lá saem fortalecidos para incendiar a militância.
O modus operandi é mais ou menos semelhante às ordens dadas pelos chefes do tráfico nas principais cidades brasileiras. O resto fica por conta dos executores dos planos, que no caso do PT são exímios, sempre movidos pelo combustível monetário.
O pouco interesse dado pela mídia nacional ao gravíssimo atentado ao líder das pesquisas vem corroborar o desastrado interesse em colocar no governo velhas raposas, chefes de crime organizado em que a principal bandeira é saquear o patrimônio nacional. A sede demoníaca pelo poder faz uma força aliada (do mal) em prol da consecução de objetivos espúrios. Amanhã Lula estará fora da confortável sala que ocupa. Estará na dianteira de um possível governo Haddad e o Brasil poderá gritar, em alto e bom som: "Somos a Venezuela, temos um ditador!"
E os bons, professor??? Ora, os bons são minoria, não conseguem os prodígios que os maus conseguem. Para o Reino dos céus "muitos serão os chamados mas poucos os escolhidos!" O Senhor Deus, na Sua infinita Glória, utiliza-se dos maus deste mundo para castigar a nação que O tem muito desagradado por seus pecados repetitivos. Não há arrependimento neste país. Ladrões e déspotas continuam a governar como no final do Livro de Apocalipse:
" Continue o injusto a praticar injustiça; continue o imundo na imundícia; continue o justo a praticar justiça; e continue o santo a santificar-se. Eis que venho em breve! A minha recompensa está comigo, e eu retribuirei a cada um de acordo com o que fez. (Apo 22:11-12)
E arremata com grande poder e glória:
"Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Felizes os que lavam as suas vestes, e assim têm direito à árvore da vida e podem entrar na cidade pelas portas. Fora ficam os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira." (Apo 22:13-15)